Candomblé gourmet

A chef Carmen Virginia, que cozinha para os orixás desde os 14 anos e os xequetês de Xangô, uma das entradas do menu Águas de Oxalá, no restaurante Na Cozinha

Viva a comida de orixás, minha gente! Começa amanhã no Na Cozinha o festival Águas de Oxalá, comemorando os três anos da casa. O melhor de tudo é que o chef Carlos Ribeiro convidou uma autêntica iabassê – cozinheira dos terreiros – para comandar as panelas dos dias 3 e 4, no almoço e jantar. Trata-se da recifense dona Carmen Virgínia, de 35 anos, que há um ano conclui a faculdade de Gastronomia do Senac PE e tornou-se chef. Uma figura linda, que anda de turbante, dólmã e o riso mais solto de Recife. Quer saber as delícias que ela vai fazer aqui em SP? Continue lendo

Frutas tropicais e arte brasileira na Absolut Rio

Olha a arte linda, criada pelo Oskar Metsavaht

Finalmente provei a nova edição limitada da Absolut. O nome? Rio! Sim, essa é a primeira vez que a vodca sueca faz homenagem a uma cidade brasileira – já houve edições especiais de cidades como Los Angeles, New Orleans, Boston e até o bairro do Brooklyn, em Nova York. A Absolut Rio é aromatizada com “frutas tropicais” (leia-se laranja, manga e maracujá) e custa R$ 85. A garrafa, aliás, em uma ilustração linda, criada por Oskar Metsavaht, fundador e diretor de estilo e criação da Osklen. A arte foi inspirada no modo de vida carioca, com coqueiros da orla de Ipanema e o Morro Dois Irmãos. O sabor? É bem fresca, nada doce, com ligeira predominância da manga. Achei ótima para fazer drinques obviamente com pegada tropical. O diacho é que fiquei morrendo de curiosidade de provar a Absolut Brooklyn, que tem aroma de canela e gengibre. Tenso!
Ah, como toda edição “cidade” da Absolut, esta abraça um projeto de preservação da cidade que a inspira. Parte das vendas da Rio será destinada para a revitalização da Prainha, realizada pelo Projeto de Recuperação da Costa Brasileira, do Instituto E, presidido pelo próprio Metsavaht.
E me dá um drinque que ta calor demais!