Fifties faz festival de hot dogs até quinta

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Louisiana Dog, com cebola caramelizada e queijo cheddar

Curte hot dog? Eu adoro. Sábado mesmo fui até Osasco ver de pertinho o 2o Festival do Cachorro Quente, com as 20 melhores barraquinhas de lá (e fui flagrado pelo blog Comes e Bebes, do Marcelo Katsuki). Ontem continuei a saga: fui provar os sanduiches do American Hot Dog Festival, promovido pela rede de lanchonete The Fifties e a Sadia. São seis lanches, todos feitos com a maxi salsicha da marca e servidos com fritas. Os que mais gostei foi o Lousiana Dog (molho cheddar e cebola caramelizada no pão preto, R$ 16,90). Só achei que a salsicha poderia estar um pouco mais cozida (alô, pessoal do Fifties, hot dog al dente não é tendência!). Mas o sabor dos molhos estava muito bom e as receitas, criativas.

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Philadelphia Dog: cream cheese, molho de tomate e peperoni picadinho

O festival vai só até dia 31 de maio, nas 21 unidades da lanchonete. As outras opções são Philadelphia Dog (cream cheese com pedacinhos de peperoni e molho de tomate pelato, R$ 18,60); New Mexico Dog (molho cheddar e chilli Fifties, R$ 16,90); Miami Dog (maionese Fifties, purê de batata, vinagrete e batata palha, R$ 16,90); Texas Dog (maionese Fifties, bacon crocante e cebola na chapa com molho inglês, R$ 18,60); e Alabama Dog (maxi salsicha enrolada com queijo preto na chapa, bacon crocante e molho barbecue, R$ 18,60).

The Fifties – Al. Santos, 1015, Jardins, tel. (11) 3266-4278, www.thefifties.com.br

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Cronut, mistura de croissant e donut, conquista Nova York

Pense numa massa com camadas crocantee e recheio cremoso... Ai, que loucura

Pense numa massa com camadas crocantee e recheio cremoso… Ai, que loucura!

Já ouviu falar em cronut? Trata-se da nova guloseima-sensação de Manhattan. O doce, criado pelo pâtissier Dominique Ansel, é uma híbrido de croissant e donut. Explico: o crunut, composto de uma massa de croissant com finas camadas internas, é frito em imersão. O recheio,  injetado delicadamente, é um creme bem leve de baunilha do Taiti, que se espalha por entre as lâminas crocantes da massa. A guloseima é finalizada com um glacê de rosas e pétalas cristalizadas. Os cronuts são vendidos na loja de Dominique, no Soho, e o povo tem feito fila logo cedo para garantir o seu – tem dia em que o doce acaba às 9h30 da manhã. Segundo o chef, o doce deve ser consumido no mesmo dia e o jeito ideal de comer é cortá-lo ao meio com uma faca serrilhada para não esmagar e esfarelar as camadas crocantes. A partir de junho, ele terá a nova cobertura de limão e, em julho, doce de leite. Achei diabólico. E não consigo mais viver sem. Quem for pra Nova York e experimentar a novidade, por favor, me conte tudo com detalhes e ganhe minha eterna inveja. Aliás, ninguém vai lançar essa maravilha por aqui, não?

O chef Dominque Ansel, a "mente diabólica" por trás do cronut

Dominque Ansel: o criador do cronut já foi chef pâtissier no estrelado restaurante Daniel, do chef Daniel Boulud

Dominique Ansel Bakery – 189 Spring Street, Soho, Nova York, tel: (212) 219-2773, www.dominqueansel.com

Doce bombardeio

Meu desespero em atacar as bombas era tamanho que a foto saiu medonha

Meu desespero em atacar logo as bombas era tamanho que a foto até saiu medonha!

Há três doces que me tiram do sério: quindim, mil folhas e bomba. Então, pense numa pessoa trêmula: sou eu abrindo uma caixa com quatro bombas bem gordinhas da Confeitaria Dama. Olha que covardia: a doceria vai lançar seu Festival de Éclairs a partir de 6 de junho. Além dos sabores tradicionais (chocolate e creme), a loja terá oito novas versões do doce. Provei quatro: café, nozes, prestígio (meu preferido) e Romeu e Julieta (especial pro Dia dos Namorados). Gostei de todas éclairs, com massa choux elástica, saborosa, e recheio generoso, bem cremoso e intenso. E são grandes, 10 cm! A unidade custa R$ 5,80 e a caixa com cinco sai R$ 25. Fiquei curioso pra provar os recheios de pistache, limão siciliano e paçoca. Ah, quem estou enganando? Fiquei com vontade de provar todas!

Confeitaria Dama – Rua Ferreira de Araujo, 376, Pinheiros, tel. (11) 5182-5088, www.confeitariadama.com.br

Feirinha da Vila terá hits dos chefs na Virada Cultural

Dona Carmen Virgínia e seu gostoso acarajé: salve, simpatia!

Dona Carmen Virgínia e seu gostoso acarajé: salve, simpatia!

Perdeu o Chefs na Rua na Virada Cultural, domingo passado? Olha, perdeu mesmo porque foi muito bom, mas dá pra reduzir o prejuízo no próximo domingo, dia 26. Algumas das delícias servidas na Av. São Luís estarão presentes na próxima Feirinha Gastronômica, na Vila Madalena. Como o concorrido (e gostoso à beça) hot dog à francesa do chef Raphael Despirite, do Marcel, sanduichão parrudo, que traz salsicha numa baguete quentinha, com molho de queijo gruyére (R$ 14). Minha mãe virou fã! Outro sucesso do Chefs na Rua que você pode comer na Feirinha é o acarajé (R$ 12) da Dona Carmen Virgínia, autêntica iabassê de Recife, figura linda e simpática – e faz um dos melhores e mais macios acarajés que já comi na vida. Também vai rolar o premiado pão de queijo (R$ 5) da Heloísa Bacellar, do Lá da Venda, feito com queijo da Serra da Canastra, além de fofinhos bolos caipiras e café quentinho. Dá uma olhada abaixo na lista completa dos estandes, pois tem muita coisa boa. E  chegue cedo, porque o lance enche muito depois das 13h.
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Kinoshita faz 5 anos e comemora com um vídeo

Vieiras maçaricadas com manteiga trufada

Vieiras maçaricadas com manteiga trufada e yuzu

O Kinoshita, um dos meus restaurantes japoneses preferidos de São Paulo, faz 5 anos. Quer dizer, cinco anos de Vila Nova Conceição, onde foi aberto pelo restaurateur Marcelo Fernandes e o chef  Tsuyoshi Murakami.  Antes, funcionou por quase 30 na Liberdade, fundado pelo sogro do Murakami. A casa acabou famosa por ser uma das grandes (e poucas) representantes da kappo cuisine na cidade. Para comemorar a data, o Kinoshita lançou um vídeo lindo, produzido pela Diretta, que você pode ver aqui. Congrats, Mura, Marcelo e equipe!

Kinoshita – R. Jacques Félix, 405, Vila Nova Conceição, tel. (11) 3849-6940, www.restaurantekinoshita.com.br

Italy serve jantar com vinho por R$ 69, só às 2as e 3as

Uma das opções do menu: pargo com escama de abobrinha e purê de mandioquinha

Uma das opções do menu: pargo com escama de abobrinha e purê de mandioquinha

O restaurante Italy está com uma promoção bem interessante: nas noites de segunda e terça, a casa serve o Menu Satisfeito, com entrada, prato principal, sobremesa e uma taça de vinho, tinto ou branco, por R$ 69. Além do preço razoável (quase o valor de um prato em vários restaurantes de SP, diga-se…), cada pedido reverte R$ 1 para o Instituto Alana, que visa o combate da fome infantil no mundo e idealizador do Projeto Satisfeito. Bacana, né? Dá uma olhada nas opções do menu, que vai até 25 de junho.

Entrada: polenta com cogumelos, queijo taleggio gratinado ou sfornatino de legumes gratinado com zabaione de parmesão.
Principal: torteloni recheado  com creme de queijos e limão siciliano  ao sugo de tomate san marzano e manjericão ou pargo com escama de abobrinha ao azeite de ervas e purê de mandioquinha ou portafoglio de mignon recheado de brie com risoto de rucola e tomate seco.
Sobremesa: torta do dia ou fruta da estação.

Italy – Rua Oscar Freire, 450, Jardins, tel. (11) 3168-0833, www.italyrestaurante.com.br

Dica “vai, gordinho!” de hoje

Novo e antigo: o sabor inédito de frutas do bosque (à esq.) e meu veterano preferido, pistache

Novo e antigo: o sabor inédito de frutas do bosque (à esq.) e meu veterano preferido, pistache

Lembra da Fina Nata, aquela loja especializada em bem-casados, que falei aqui e aqui? Pois bem, a casa manteve a intenção de lançar dois sabores a cada estação, além dos oito que já servem ali. As novas tentações são frutas do bosque (recheio cremoso que mescla framboesa, amora, morando e mirtilo) e caramelo com flor de sal de Camargue (com sal que vem do sul da França). Cada doce custa R$ 4,70. Estive na bem-casaderia há duas semanas para provar as novidades e participei de uma harmonização inédita: bem-casados e vinhos portugueses! O de caramelo, por exemplo, ficou ótimo com o vinho verde Quinta da Herdade. O de frutas do bosque casou com o delicioso tinto Meia Pipa. Por enquanto, não há essa opção, mas a loja estuda a possibilidade de promover degustações desse tipo paa grupos fechados. Fiquem de olho! Ah, e meus preferidos da loja continuam sendo os bem-casados de capim santo e de pistache – recomendo fortemente.
Fina Nata – Al. Tietê, 43, loja 2, Jardins, tel. (11) 3061-1605, www.finanata.com.br

Esquina Mocotó abre hoje com menu enxuto

moelaÉ fã do Mocotó e do chef Rodrigo Oliveira? Então pre-pa-ra: hoje o chef abre para o público seu novo restaurante, o Esquina Mocotó. Fica grudado no Mocotó original, na esquina da mesma rua na Vila Medeiros. Mas não vá esperando encontrar os pratos que fizeram a fama da casa. Aqui o menu ainda bem enxuto traz receitas que flertam com os ingredientes típicos da comida nordestina praticada no Mocotó, mas preparados com técnicas modernas e abordagem diferenciada. Estive lá na quinta, num jantar promovido pela Nokia, e provei um pouco de tudo. O que mais me impressionou foi algo de que nem sou muito fã, mas acabei adorando: panelinha de moela! Pense: pedaços tenros e muito bem cozidos da moela, misturados com legumes, tomate, coentro e mergulhados num molho saboroso demais, daqueles de mergulhar o pão e ser feliz. Veja abaixo mais  alguns pratos que provei na Esquina Mocotó. Continuar lendo

Tomando um gelo

iciQuando você pede um drinque, presta atenção ao gelo que vem na bebida? Pois é, se em geral a gente não dá muita trela pra aquele cubo boiando no copo agora vai ter um bom motivo pra inclui-lo no radar. O Ici Bistrô lançou uma carta de gelos, a On the Rocks, desenvolvida pelo chef Benny Novak com o mixologista Marcio Silva. A lista traz cinco gelos compostos com ingredientes que vão de gengibre a chá de hibiscos (para serem tomados com uísques puros) e quatro drinques de uísque servidos com um único cristal de gelo. Esse cristal, com cara de diamante, é extraído manualmente pelo Marcio, de um bloco único de gelo de 10 kg, dispensando a parte “branca”(que ele usa pra gelar taças ou nas coqueteleiras). “É como uma volta ao passado, da forma como o  o gelo era obtido”, diz o mixologista. Os drinques da carta On the Rocks podem ser feitos escoceses standards (R$ 27, como o Red Label) ou de luxes (R$ 34, como Black Label ou Haig). O meu preferido foi o Passion Touch servido no Black Label: parece que  maracujá vai deixar tudo doce, mas logo vem a pimenta a abre a bebida dentro da sua boca. Realmente, o gelo não é mais o mesmo.

Os gelos
Coconut Honey – Servido sobre gelo de água de coco e mel Silvestre.
Whisky com guaraná – Servido sobre gelo de Guaraviton de Açaí.
Spice Whisky – Servido sobre gelo de especiarias (baunilha, gengibre, cravo, canela e anis estrelado).
Ruby Sparks – Servido sobre gelo de chá de hibiscos com morango e bitter Peychaud’s.
Passion Touch – Servido sobre gelo de maracujá e um toque de xarope artesanal de pimenta calabresa.

Os drinque servidos com um único cristal de gelo
Scotch Old Fashioned – Whisky mesclado com bitter aromático Angostura e aromatizado com óleos da casca de laranja.
Rusty Nail – Whisky com licor Drambuie.
Rob Roy – Whisky com vermute tinto e bitter aromático Angostura.
Whisky Mac – Whisky com vinho de gengibre e bitter de laranja.

Ici Bistrô  – Rua Pará, 36, Higienópolis, tel. (11) 3257-4064, www.icibistro.com.br

Um polvo para se apaixonar

polvo grelhaQuando abriu, há quase um ano, o Fishbar tinha a proposta de servir apenas peixes e frutos do mar – como o nome do restaurante claramente diz. E realmente a oferta de receitas com pescados no menu da casa é muito boa. Porém a recente troca de chef – agora, o simpático chileno Cristóbal Carrión – e trouxe novos pratos ao cardápio e atendeu à demanda de alguns clientes: a inclusão de pratos à base de carne, como o entrecote bernaise com batata rústica (R$ 59). As grandes vedetes, no entanto, continuam vindo do mar. Uma delas virou instantaneamente meu prato preferido quando almocei lá: polvo grelhado, com batata doce e quenelle de tomate seco e berinjela (R$ 54). O chef me explicou a “magia” da ótima textura: antes de ir pra grelha, o molusco é cozido. Assim, chega à mesa com sua superfície crocante, porém com a carne muita macia. Apaixonei, viu?  Veja abaixo as outras delícias que provei no Fishbar.
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