Vamos almoçar melhor? Hoje, os menus do Bravin

mioloA dica de almoço executivo de hoje é uma novidade: o Bravin, restaurante charmoso da querida sommeliere Daniela Bravin, passou a funcionar também no almoço de segunda a sexta. O foco do menu são receitas brasileiras e ingredientes nada óbvios (miolo, moela, língua), além de clássicos da casa. Um dos pratos mais surpreendentes que provei foi o miolo à milanesa com creme de milho e salada de escarola (R$ 29). Antes que você torça o nariz, entenda: o miolo é prensado e vira uma espécie de bife, que chega à mesa empanado, crocantes, bem saboroso e sequinho, acompanhado do creme de milho espesso, generoso.

espaguete_moelaAlém do miolo, a seção dos “comerciais” (todos os pratos a R$ 29) conta com um delicioso espaguete com sardinha em pedaços e pimenta biquinho, língua ao molho madeira com purê de batatas e meu segundo preferido do menu: arroz cremoso com moela e ovo frito, uma reunião bem equilibrada de sabores intensos. Aliás, achei a cozinha do Bravin melhor do que nunca, mais regular e bem acabada: todos os pratos que provei estavam gostosos e bem executados. Dá vontade de comer mais e mais. O cardápio também tem a opção de menu executivo. Dê uma olhada abaixo. Continuar lendo

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Rede vegetariana da Holanda abre loja em SP

maoz01Outra  novidade de fevereiro foi a chegada da Maoz ao Brasil. A rede holandesa de fast-food vegetariano já contava com 24 lojas (15 nos EUA e 9 na Europa) e desde o dia 17 serve seu famoso falafel (bolinho de grão de bico) na Rua Augusta, em SP. A estrela da casa é o Maoz Falafel (R$ 11,50), um sanduíche de pão pita (tradicional ou integral) com cinco unidades do bolinho e alface. Daí você recheia o lanche no balcão de saladas e acompanhamentos (como cenoura, pepino em conserva, tomate com cebola, berinjela, coleslaw etc.) e molhos (tahine, iogurte, holandês). Você também pode pedir uma porção à parte de babaganuche, coalhada ou homus (R$ 1,20 cada) ou dispensar o pão e pedir o Salad Box (R$ 12,50), com três unidades de falafel – mas cabe mais salada.

maoz2A casa tem sucos de frutas por R$ 4 (o de melancia é muito bom). O Maoz anuncia  a porção de batatas assadas (belga ou doce), por R$ 5, mas já fui lá três vezes e não anda não havia chegado. Numa das visitas, fui com um amigo que morou dois anos em Amterdã e conhece bem a casa. Segundo ele, o ambiente é bem mais espaçoso, a comida daqui é melhor, mas o pão usado aqui é problemático: conforme você coloca os recheios, ele “rasga” – na Holanda ele seria mais “elástico”, diz meu amigo. Quando o pão quebra, os ingredientes caem na sua bandeja – na foto ao lado, dá pra ver que eu nem tinha começado a comer e o pão já estava rasgando . E não adianta pedir talheres de plástico: os funcionários dizem que talher é só pra quem pediu o box de salada. Oi?
Bem, apesar disso, achei o Maoz é uma boa pedida pra uma refeição rápida, gostosa e sem carne. Vamos aguardar agora as batatas  – e um pão melhor.

Maoz – Rua Augusta, 2542, Jardins, tel. (11) 3063-1675.

Vamos almoçar melhor? Hoje, Bistrot de Paris

foto 3Devido ao sucesso do meu post sobre bons almoços executivos pelos Jardins, resolvi visitar mais lugares pelas redondezas e descobri ótimas oportunidades de almoçar bem pagando bem menos do que se imagina. Hoje vou falar do Bistrot de Paris. A simpática casa, que fica ao fundo de uma vilazinha na Rua Augusta, passou por uma reformulação em novembro, quando o chef Allain Poletto assumiu a cozinha. O menu voltou-se para a genuína comida de bistrô, com receitas bem tradicionais e preços razoáveis. Desde o começo do mês, o restaurante também mudou seu menu executivo. Agora você escolhe o prato principal e, pagando só preço deste item, come também uma entrada e uma sobremesa – ou toma uma taça de vinho. No dia em que fui lá, pedi o steak tartare (R$ 39), uma boa porção bem temperada, ótima para esse calor senegalês. Continuar lendo

Yes, nós temos coxinha – e ela é bem gostosa

coxinha1Hey, Nigella! Tem coxinha nova no pedaço – e melhor do que aquela que tanto te encantou. Pois é, acabou de abrir na Rua Augusta, a menos de um quarteirão da av. Paulista, a primeira filial da Padaria Brasileira, empresa surgida em Santo André há 60 anos, que virou a rede de padocas mais premiada do ABC paulista. Principalmente pela famosa coxinha de frango com caturpiry (tem outros seis sabores, como toscana e carne seca).

coxinha2Como sou muito fã desse salgado – e trabalho a três quadras da Brasileira – já fui ali quatro vezes para ter certeza que essa coxinha (R$ 4,90 a unidade) é mesmo a tal. E é. Com fritura sequinha, com massa macia e recheio bem homogêneo e deliciosamente temperado, a coxinha deles é uma das melhores que já provei em padarias. E como vende bem, tem sempre uma nova leva saindo, ou seja, está sempre fresquinha e quente. E ainda fiz o teste de levar pra casa e comer meia hora depois – e a danada estava gostosa. Mas não só de coxinha vive a Brasileira e almocei ali duas vezes. Vem comigo que te conto mais.

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Novo sorvete é uma loucura

Meu preferido: Pazzo de iogurte grego com cerejas. A marca tem outros 11 sabores

Meu preferido: Pazzo de iogurte grego com cerejas. A marca tem ainda outros 11 sabores

E já que o assunto é calor, tem sorvete novo no pedaço. Quarta-feira passada fui até o Bar da Dona Onça para o lançamento do sorvete Pazzo, qye quer dizer “louco” em italiano (e se diz “pátsso”). Pelo nome, achei que era uma homenagem ao Marcelo Katsuki, porque a vó é meio louca mesmo, mas a marca diz que o objetivo é “trazer a cada mordida aquela dose mínima de loucura que nos torna mais interessantes, engraçados, divertidos e apaixonados”. Poético, não?
E gostoso também. A marca aposta na receita de sorvete premium, com leite e creme de leite fresco em sua calda-base e menos ar incorporado, para aumentar a textura macia e aveludada, como se fosse sorvete de massa no palito. São 12 sabores, entre eles frutas vermelhas (75 cal.), pistache (155 cal.), alfajor (191 cal.) e meu preferido:  iogurte grego com cereja selvagem. Esse é também o mais calórico (238 cal.), mas é uma deliciosa sobremesa de palito. Os preços varias de R$ 5 a R$ 7 e os pontos de venda estão no site da marca: www.pazzogelato.com.br
Ah, o Bar da Dona Onça (Av. Ipiranga, 200, República) também venderá a delícia.

Mexilhões da Patagônia pra driblar o calorão

foto 1Ok, já sei que você está morrendo de calor, que é difícil até comer com esse clima abafado etc. Eu também me sinto assim (mentira, continuo comendo de tudo, mesmo se o termômetro bater nos 47º). Enfim, nesse calorão a dica de hoje é o festival de mexilhões do restaurante Chef Rouge, que começou dia 7 e vai até dia 28 de fevereiro. O chef Wagner Resende montou um menu com cinco receitas que levam o mexilhão da Patagônia. A mais clássica, Moules & Frites (mexilhões à Provençal com fritas crocantes), vem em dois tamanhos: entrada (R$ 49) ou como prato principal (R$ 55). No dia em que visitei o restaurante, pedi como entrada (na foto). Acho uma boa, para quem quer degustar outros itens do festival.

foto 2Provei alguns itens do menu na sexta e a receita mais surpreendente foi o taco (R$ 42, na foto), uma tortilla bem crocante, fartamente recheada com uma mistura de mexilhões e feijões brancos e salada. Acompanham dois molhos: guacamole e maionese de mexilhão meio picante. Comi até com a mão! A outra entrada é o folhado de mexilhões com salada verde (R$ 39). Os principais são Bar au Créme de Moules et Artichauts (R$ 76), gostoso robalo macio, ao creme de mexilhões e alcachofras, e ravióli de mexilhões (R$ 67) com creme de salsinha e alho. Repito: o festival de mexilhões acaba dia 28/02.

Chef Rouge – R. Bela Cintra, 2.238, Jardins, tel. (11) 3081-7539; e Morumbi Shopping – Av. Roque Petroni Júnior, 51, piso Terraço, tel. (11) 5181-9749