Receita de cotton cheesecake japonês

cotton2Sabe aquele bolo beeem fofo e alto, que até mexe quando você balança e tem uma textura de nuvem na boca? Pois é, este é o cotton cheesecake, uma famosa sobremesa japonesa que sempre me despertou a curiosidade. Fui atrás da receita e descobri que não é exatamente difícil de fazer o bolo – apenas tem de tomar alguns cuidados na hora de batê-lo e, principalmente, na hora de assar. Já fiz três vezes e cada uma ficou melhor que a outra, mas certamente ainda irei aprimorar a arte de fazer esse cotton cheesecake. Bora tentar?

 

cotton1Cotton Cheesecake Japonês

Ingredientes
200 g de cream cheese (NÃO use o light)
4 colheres de sopa (ou 50 g) de manteiga sem sal
½ xícara de leite integral
7 gemas
8 claras
1 col. de chá de extrato de baunilha
Suco de ½ limão (prefiro o siciliano)
1 col. de sopa de raspas de limão (opcional)
2/3 xícara de farinha
¼ xícara de maisena
½ col. de chá de sal
¼ col. de chá de cremor de tártaro (ou 1 col. de chá de suco de limão)
1 xícara de açúcar
Açúcar de confeiteiro (para finalizar)

Modo de fazer
Unte uma assadeira redonda de 22 cm. Cubra o fundo com um disco de papel manteiga. As laterais da forma também têm de ser revestidas com uma tira larga de papel manteiga, com uns 9 cm de altura, porque essa massa cresce muito e não pode trasbordar. Pré-aqueça o forno a 200ºC.
Numa panelinha em fogo médio-alto, adicione o cream cheese, a manteiga e o leite até obter uma mistura homogênea – não deixe ferver!. Desligue o fogo e deixe esfriar por uns 5 a 10 min.
Numa vasilha grande, misture com um fouet ou espátula as gemas, a baunilha e o suco de limão (e as raspas, se decidir usar). Mas não bata, só misture bem. Daí incorpore a mistura de cream cheese da panelinha e , aos poucos, a farinha peneirada e o amido de milho (maisena), também peneirada, até ficar bem homogêneo.
Numa batedeira, adicione as claras, o sal e o cremor de tártaro (ou limão) e bata bem. Quando as claras estiverem bem encorpadas, adicione o açúcar, sem parar de bater, até atingir a textura de claras em neve, com picos.
Agora é hora de finalizar a massa. Misture 1/3 das claras à massa, delicadamente, sem bater, apenas incorporando as claras do meio para as beiradas com uma espátula. Faça isso duas vezes, até que todas as claras já estejam misturadas à massa. Despeje na forma, dê umas três batidinhas na forma (para não deixar bolhas) e é hora de levar ao forno.
Importante: esse bolo não pode assar diretamente na grelha do forno. Tem de ser em banho-maria. Então, coloque a forma redonda com a massa dentro de uma outra forma maior e despeje água quente até atingir uns dois dedos da forma redonda.

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Deixe assar assim por meia hora. Daí diminua o forno para 180ºC e deixe assando por cerca de uma hora. Não tenha medo: como está em banho-maria, o bolo dificilmente queimará. Ele tem de crescer bem e ficar com uma tom castanho na “cúpula” – enquanto as laterais e o fundo ficam com um bonito amarelo-dourado.
Teste com um palito para ver se o bolo assou por dentro – o palito deve sair seco. Tire do forno, cubra com um pano e deixe dar uma esfriada de 10 a 15 min. Desenforme ainda quente, virando sobre a palma da sua mão (cubra com um pedaço de papel manteiga), tirando a forma e os papeis, e virando de volta numa base ou num prato grande.
Está pronto! Pasta peneirar o açúcar de confeiteiro por cima e comer. Eu adoro provar ainda quente, e depois frio, para sentir a diferença. Pode adicionar geleia ou calda de frutas, se quiser. Eu prefiro puro mesmo. Arigatô!

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