Champanhes homenageiam Ayrton Senna e Copa do Mundo

Moët_Senna_garrafa_caixaDá pra misturar champanhe com esportes? Sim, e muito. Duas marcas acabam de fazer isso – de modos bem diferentes, na verdade. A primeira é a clássica Moët & Chandon, que faz uma bela homenagem a Ayrton Senna, tricampeão de Fórmula 1. Trata-se de uma edição limitada das icônicas garrafas Jeroboam do champagne Moët & Chandon Impérial, com o qual o campeão comemorava suas vitórias no pódio. Por isso, a edição terá 41 garrafas, uma para cada 1º lugar conquistado por Senna na Fórmula 1. Cada garrafa de 3 litros reproduz o rótulo da época, a assinatura de Senna e traz as famosas faixas que adornavam as garrafas de Moët & Chandon nas vitórias do campeão. Cada peça custa R$ 10 mil,vem em uma caixa de madeira, decorada com uma placa com a relação das 41 vitórias do corredor e possui um certificado de autenticidade. Cada garrafa ficará exposta dentro de um podium criado para a ocasião, em 41 pontos selecionados nas capitais brasileiras, entre lojas especializadas e hotéis do Brasil. A relação de locais poderá será consultada na página do Brasil de facebook da Moët & Chandon. Parte da renda obtida será revertida aos programas educacionais do Instituto Ayrton Senna.

 

taittA segunda marca de champanhe já aposta em borbulhas na taça e bola na rede. A Taittinger, escolhida como champanhe oficial da Copa do Mundo Fifa 2014, vai celebrar o mundial de futebol com uma versão limitada. A garrafa de 750 ml traz uma arte em 3D que dispensa o uso de óculos especiais: os consumidores têm a sensação de ver as bolas se movimentarem direto do rótulo. A edição limitada será servida em todos os camarotes VIPs dos estádios da Copa e também à venda por R$ 283 na Todo Vino.

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Não basta ser gostoso: tem que ter charme

moscow muleOntem tomei vodca de canequinha. Pode parando com a maldade: não virei a Helena Roitman (ainda). Tratava-se do Moscow Mule (R$ 29), drinque que virou a estrela no restaurante Brasserie des Arts. O coquetel, assinado pelo premiado mixologista Marcelo Serrano (ex-MiNY Bar) é feito com vodca Grey Goose, suco de limão, gotas de angostura, xarope de açúcar e espuma de gengibre – e é servido numa linda canequinha de cobre, com gelo. Adorei, pois além do charme, a bebida se mantém gelada por mais tempo.

 

bolinhoEsse foi o primeiro de uma série de drinques que provei na casa. Serrano é um mestre do bar e esta é a 2ª edição da sua carta de coquetéis, com quase 40 drinques. O drinque da caneca, originalmente de 1941, faz parte dos “Clássicos esquecidos”, como o Aviation (R$ 25), que leva gim, suco de limao siciliano, licor de marasquino e cereja. Ah, tomei o Moscow Mule enquanto me deliciava com uma das entradas da casa, os bolinhos de risoto trufados (R$ 28), recheados com queijo minas padrão. Por mim podiam até estar um pouco menos trufados (implico com essa moda de “trufar” tudo, poucas vezes combina), mas o sabor e a textura eram muito bons. Mas vem comigo que teve até drinque em cumbuca de chimarrão!  Continuar lendo

Piselli comemora 10 anos com pratos novos e surpreendentes

cansoncelli2Numa cidade onde restaurantes abrem e fecham antes mesmo de você consumir meio quilo de sal em casa, é uma alegria celebrar 10 anos de existência de uma casa. Pois o Piselli, um dos meus restaurantes favoritos na cidade, completa, em julho, sua primeira década. E o restaurateur Juscelino Pereira (também sócio do Zena, La Cocotte e Maremonti, entre outros) já abriu as comemorações com um novo menu. Almocei lá na semana passada para conferir algumas novidades e já fiquei doido com o cansoncelli della mamma (R$ 47), uma massa fresca recheada com ricota e beterraba, com leve molho à base de manteiga, folhas crocantes de sálvia e sementes de mostarda. Deu água na boca?

 

carpaccioJá fiquei impressionado logo de cara com o carpaccio de língua de vitelo cozida a vácuo (R$ 35), em que as finíssimas lâminas da carne vêm acompanhadas de um molho feito de de salsa, achova, gema de ovo e azeite, além das torradinhas.

 

pezinhoOutra nova entrada surpreendente é o batsoá con maionese di foglie di sedano (R$ 37), ou seja, pezinho de porco em cubinhos, empando e frito na manteiga e sálvia, com maionese de folhas de salsão. Pense numa explosão de sabor e você chegou perto do que senti.

 

bacalhauTerminei a degustação com outra super novidade do menu: bacalhau confitado em azeite, com aspargos grelhados sobre creme de burrata e pó de páprica (R$ 83). A carne macia da posta do pescado desmancha na boca, ao mesmo combinando perfeitamente com a textura crocante das aspargos e a cremosidade da burrata.

 

pudim2Claro que provei sobremesas – afinal, tenho de informar meus leitores com dicas do que escolher no menu e tal (pretextos, pretextos, pretextos…). E dessa vez não pedi o formidável tiramisù da casa, porque já conheço e recomendo sempre – fui direto no gostoso pudim de chocolate, amaretto e café (R$ 23), servido num pequeno lago de creme de zabaione frio. Minha amiga nao resistiu à grande taça de creme de mascarpone (R$ 23, abaixo), com frutas vermelhas no fundo e calda de chocolate. Antes que nos atirem pedras e maus pensamentos, aviso que as sobremesas eram bem grandes e sobrou! #desperdício

 

creme2Ah, em tempo: durante a Copa (de 12/06 a 13/07), o Piselli oferecerá uma carta de drinques inédita, criada pelo chef de bar Valmar Rocha, homenageando alguns países. A França (R$ 38) leva vodca Grey Goose, vermute Noilly Prat, Grand Marnier e angostura, por exemplo. Já na Itália (R$ 29) vai grapa, averna e aperol. Torcer assim é bem melhor. Auguri, Piselli!

 

Piselli – Rua Padre João Manuel, 1.253, Jardins, tel. (11) 3081-6043, www.piselli.com.br

Café vira base de 8 drinques brasileiros

Paulista, o "coffeepolitan" brasileiro

Paulista, o “coffeepolitan” brasileiro

Você gosta de drinque com café? Sinceramente, tirando o irish coffee (à base de whisky) e russian coffee (à base de vodca), nunca fui um entusiasta. Hoje, no entanto, participei do Nespresso Friday e não só provei como preparei coquetéis que levam café… e cachaça! E ficaram bons! A ação faz parte da nova campanha da marca, pela primeira vez criada inteiramente no Brasil, Nespresso, com corpo e alma brasileiros. A campanha tem visual inspirado em cartões postais brasileiros (o Corcovado, a Ponte Estaiada etc.) e traz 8 drinques à base de café (claro!), criados pela equipe de baristas da marca, que homenageiam diversas regiões do país. A Nespresso aproveitou a ocasião para lançar a reedição do Fortíssimo Lungo (R$ 17, o sleeve com 10 cápsulas), que agora passa a ter intensidade 8 e novos grãos em sua composição.

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Samba: colorido, leve, divertido. Cadê a piscina?

Voltando ao drinques novos, tomei o Mineirinho (com licor de jabuticaba, cachaça e café), o Paulista (espécie de Cosmopolitan, porém com café) e até o Planalto (uma versão do Alexander, com Jack Daniels e café). Um dos que eu preparei foi o Samba, homenagem ao Brasil como um todo, drinque colorido e divertido de beber – só faltou mesmo uma piscina! A receita é bem facinha. Confira como como fazer abaixo. A partir de 2 de junho, as 8 receitas estarão disponíceis no canal You Tube da Nespresso.

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Dia dos Namorados borbulhante

Foto de divulgação_Kop_Chandon-1No dia 12 de junho vai ter Copa sim e Dia dos Namorados também. E aqui estão duas dicas de presente borbulhantes, tanto para comemorar o romance ou torcer pelo jogo do Brasil junto de sua cara-metade. A Chandon e a Kopenhagen uniram forças e lançaram esse kit para fãs de espumante e chocolate. O combo (R$ 120) traz uma baby Chandon Brut (187 ml), duas taças flute e seis trufas artesanais de chocolate com recheio de espumante. Provei as trufas e são deliciosas, mesmo.

Kit Couture_1Já a Veuve Clicquot buscou inspiração na alta costura para seus kit Couture (R$ 550). A caixa portátil é dobrada como o plissado de um vestido haute-couture: desdobrando, você descobre uma garrafa de Veuve Clicquot Rosé (750 ml) com duas taças flute. A alternativa é a Couture Box (R$ 388), uma Clicquot Rosé (750 ml) numa embalagem portátil térmica, que mantém a temperatura do champanhe por até 2 horas.

SAC Chandon: (11) 3062-8388
SAC LVMH (para Veuve Clicquot): (11) 3062.8388

Faça as caipirinhas das cidades-sedes Copa 2014

foto 1Desde que publiquei o post sobre o Cardápio da Torcida do Brasil a Gosto, vários leitores deste blog me pediram a receita das caipirinhas, criadas pela chef Ana Luiza Trajano para acompanhar os petiscos. E não é que ela liberou? E o melhor: são muito simples de preparar. Vamos lá?

Fortaleza/ Recife
70 ml de cachaça Santo Grau (ou outra de sua preferência)
5 unidades de seriguela
50 gramas de polpa de tamarindo
10 ml de xarope de açúcar (veja receita abaixo)
Gelo a gosto

Numa coqueteleira, dê uma leve macerada na seriguela. Adicione todos ingredientes e o gelo. Agite para misturar. Coloque num copo largo e guarneça com uma fatia fina de limão.

Screen Shot 2014-05-07 at 10.56.15 AMSalvador/ São Paulo
70 ml de cachaça Santo Grau
1 limão rosa (pode colocar outros, como cravo ou taiti)
3 rodelas de pimenta dedo de moça (sem as sementes)
10 ml de xarope de açúcar (veja receita abaixo)
Gelo a gosto

Corte os limões em rodelas, coloque numa coqueteleira e esmague de leve, apenas para liberar um pouco do suco. Adicione todos ingredientes e o gelo. Agite para misturar, coloque tudo num copo largo e beba!

Receita do xarope de açúcar
1 kg de açúcar
1 l de água
Misture e ferva em fogo brando por 2 horas. Espere esfriar bem e use nos drinques. Você também pode preparar e estocar na geladeira.

Las Chicas, night and day

bolinhoDesde que o Las Chicas abriu, sempre enxerguei a charmosa “garagem” de Carla Pernambuco e Carolina Brandão como um lugar para ir à noite, tomar um drinque e comer alguma coisa legal. Quase um erro meu de percepção: há pouco tempo, eu soube que o restaurante e rostisseria ferve na hora do almoço, quando a casa oferece seu menu Mezzo Giorno, com cinco opções de salada e quatro de pratos quentes (R$ 46, de 2ª a 6ª; R$ 50, aos sab. e dom.). Mas, como eu disse, meu equívoco era só parcial: as chefs reforçaram o menu a la carte do jantar e as noites do Las Chicas têm sido aquilo que sempre achei: mesas cheias, refeições agradáveis e drinques bem-executados. Estive lá duas vezes no último mês e já quero voltar só pra me deliciar com uma das novas entradas: bolinho de risoto com presunto artesanal e queijo minas padrão (R$ 26, na foto), servido com molho picante. Outros ótimos petiscos são os pasteizinhos picantes de siri (R$ 26) e a cremosíssima burrata no azeite (R$ 34), com flor de sal, com tostadas de pão feitas.


polvo
Quer jantar pra valer? Se jogue no excelente polvo à feira (R$ 48): molusco cozido no ponto perfeito, ao azeite e páprica picante, batatas rústicas sauté e amêndoas laminadas.

bacalhauMinha amiga se deliciou com a panelinha de brandade de bacalhau e mascarpone (R$ 41), gratinada com pão miga.

dry martiniAh, sim, falei dos drinques e repito: os que tomei estavam muito bem executados. Inclusive esse Dry Martini (R$ 25) da foto. Mas arrisque provar o Cosmopolitan de uva (R$ 17 com vodca nacional; R$ 21 com importada), que infelizmente não fotografei. Olha, sou meio purista para Cosmos, mas fiquei apaixonado por essa versão. Acabei repetindo o drinque. #OiHelenaRoitman.  A casa não fecha durante o dia, e serve ainda café da manhã e chá da tarde. Enfim, seja de dia, seja à noite, a charmosa garagem gourmet dos Las Chicas é uma boa pedida.

Las Chicas – Rua Oscar Freire, 1607, Pinheiros, tel. (11) 3063-0533, www.laschicas.net.br

Sangria espanhola geladinha pras noites de verão

sangria-don-curroFeliz ano… quente! Pois é, 2014 chegou arregaçando os termômetros. Assim, só nos resta beber algo refrescante e aproveitar esses dias lindos e noites calientes. Peguei essa receita de sangria do restaurante espanhol Don Curro, um dos meus preferidos de São Paulo. E pra prepará-la é mais moleza do que pudim ao sol. Ok, parei. Vamos lá?

Sangria Don Curro
1 garrafa de vinho tinto seco
2 colheres de sopa de açúcar
25 ml de conhaque
25 ml de licor de laranja (como o Cointreau)
Frutas  em cubos: laranja, abacaxi sem casca e maçã com casca (1 ½ de cada uma delas)
350 ml de soda limonada (aumente se quiser uma sangria menos intensa; se preferir água cm gás, também está valendo)
1 rodela de limão
Gelo em cubos

Numa jarra, coloque o vinho tinto. Adicione o açúcar, o conhaque e o licor de laranja. Misture. Adicione a soda limonada, a rodela de limão e misture novamente. Para finalizar, adicione as frutas picadas e bastante gelo. Misture e deixe resfriar bem por uns 20 minutos antes de servir.

Don Curro – R. Alves Guimarães, 230, Pinheiros, tel. (11) 3062-4712, www.doncurro.com.br

Dicas de presentes de Natal pra fãs de gastronomia

chandonSem ideia do que levar na casa da sua tia na ceia de Natal? Surgiu um presentinho de última hora e você não sabe o que dar? Veja aqui algumas dicas que certamente agradarão quem gosta de comidas, bebidas e coisas boas da cozinha – e do bar.
Essa, por exemplo, é uma boa dica tanto pra dar de presente como pra chegar a uma festa arrasando. É nova versão limitada da Chandon Passion (R$ 62), com rótulo psicodélico e super colorido, criado pela empresa de design La Stampa. A bebida? Levemente adocicada, com toques de lichia, rosa, maracujá e pêssego. Ótima pra tomar com duas pedras de gelo (sim!), principalmente à beira da piscina. Natal tropical luxo! (www.chandonpassion.com.br)

panetone brazEsse é um dos meus favoritos, o panetone da pizzaria Bráz (R$ 59). E olha que nem sou fã de chocotone – prefiro mil vezes a receita tradicional, com frutas cristalizadas no recheio. Mas essa delícia da Bráz vem na medida, massa macia, recheada com gotas de chocolate e pedacinhos de laranja, com cobertura docinha de amêndoas. E não é por nada, mas a lata estilo retrô ainda é uma belezura. (www.brazpizzaria.com.br)

Dona DeÙla P„o de NatalA tia Célia e tia Edith vão amar esse pão de Natal  (R$ 34,90/ kg), lançado este ano pela Dona Deôla, feito a partir de fermentação natural e recheado de nozes. Quer ficar no panetone? A rede lançou novidades, com recheio de mousse de chocolate branco e duo de limao, em diferentes tamanhos (desde o mini) e preços de R$ 9,90 a R$ 44,90. (www.donadeola.com.br)

livro cevicheOlha que presente bacana pra quem gosta de gastronomia: o livro Ceviche: do Pacífico para o Mundo (R$ 64,90, Ed. Senac) acaba de ser lançado pelo chef Dagoberto Torres (do restaurante Suri) e sua mulher, a jornalista de gastronomia Patricia Moll. A dupla conta a história desse prato, presente na culinária Andina há quase dois séculos, e dá dicas de preparo, além de receitas e fotos lindas. E olha, tudo BEM fácil de fazer, viu? (www.editorasenacsp.com.br)

MartinsCafé_acid_velvet-1Café de presente de Natal? Esse vale a pena – e certamente vai impressionar os aficionados pela bebida. São os dois novos microlotes lançados pela Martins Café, com predominância de ácidos fosfórico e lático, característica rara nos cafés produzidos no Brasil. O Velvet Touch, como o nome diz, tem um toque ácido aveludado, com notas florais, frutas secas e mel. Ótimo pra começar o dia, aliás. Ja o Acid Lover surpreende pela acidez marcante, adocicada, e toques achocolatados. O combo com duas latas de 250 g sai por R$ 79,90 e só pode ser comprado no site – e a torra é feita depois da compra, pra garantir que chegue fresco. Ou seja, corra! (www.martinscafe.com)

fotoEsse foi outro panetone que provei e adorei: o do Fasano (R$ 75/ kg). A receita, dizem, foi trazida pelo próprio Vittorio Fasano em 1902, quando ele saiu de Milão e veio para il Brasile. A receita é tradicional, tem bastante fruta cristalizada, cobertura de amêndoas, massa elástica e saborosa, com aroma bem marcante. Cheirinho de Natal, mesmo. (www.fasano.com.br)

capa livroMais um livro gostoso pra quem curte uma cozinha:  Le Vin Bistro – Histórias & Receitas (R$ 53), escrito pela minha querida colega, a jornalista Elaine Guerini. Em 166 páginas, ela conta os origens do termo bistrô e dos pratos clássicos da culinária francesa, como cassoulet, coq au vin,  steak tartare e tarte tatin. Também narra a trajetória dos 13 anos do Grupo Le Vin e traz 43 receitas. As fotos são do Tadeu Brunelli e as ilustrações, do estúdio Oda. (www.levincom.br)

A volta do velho Riviera, versão revista e ampliada

ambienteQuando eu soube que o Riviera ia reabrir, bateu uma grande nostalgia e um certo receio. Nostalgia porque frequentei o famoso bar quando eu era ainda um molecão de 18 anos, no fim dos anos 80. Sem muito dinheiro nem repertório, achava o máximo aquele local repleto de personagens da noite, chope barato e ar “boêmio”. Afinal, reza a lenda que ali o Angeli criou a Rebordosa, por exemplo. Mas a verdade é que no fim da década de 80 o Riviera, fundado em 1949, já começava sua decadência (fechou de vez em 2006). Ambiente sujão, banheiro impraticável, serviço chutado, comida ruim… o velho Riva ainda tinha charme, mas não tinha condições. Daí veio meu receio com sua volta.

parmeggianaReceio bobo. O bar reabriu pelas mãos do Facundo Guerra (super empresário da noite, de clubes como Vegas e Lions) e do chef Alex Atala (que dispensa qualquer aposto). Eles investiram grana, tempo e muita disposição para botar o Riviera funcionando novamente na emblemática esquina da Paulista com Consolação. E acertaram tanto a mão que, em um mês, já fui ao bar cinco vezes (de dia e à noite). Ok, confesso que não fiquei para ver nenhuma das apresentações ao vivo que rolam à noite, nem peguei o horário mais “heavy metal” de qualquer bar (leia-se a noite de sexta e de sábado). Já percebi a melhora no serviço (que começou meio perdido, mas está mais ajustado atualmente) e provei vários itens do menu que, surpresa, tem preços razoáveis, como o filé a parmegiana com fritas (sem arroz), que custa R$ 36 e dá pra duas pessoas (ainda mais se pedir uma porção de arroz, R$ 6). Curti o projeto, que manteve o espirito do ambiente original, a colorida vista urbana das janelas do segundo andar, o amplo balcão vermelho do térreo (apesar de reduzir o espaço para que senta ao redor). Vem comigo que conto mais. Continuar lendo